Nossa única certeza é a da morte
Não importa se hoje ou amanha
Quando chega a hora não tem sorte
E nem mente que fique sã
Meus sentimentos para os desolados
Meu choro pelos desalmados
Não é preciso estar vivo para estar presente
Mas agora não está aqui e nem em mente
Restou um nome e algumas ações
Um muro escondendo um homem
De grandes feitos e contradições
A síntese de quem se corroi
Vá! Ache a paz, descanso e o perdão
Agora a vida é na eternidade
Não há por que viver na contramão
Corra, sorria e encontre a liberdade
sábado, 1 de março de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
disse-nao-disse
Que miserável seria o poeta
Com lágrimas na ponta da pena
Se não usasse a palavra sincera
pra não morrer com o que pensa
pense, que trágico seria
se matasse a amada
com uma gargalhada
com uma dose de histeria
quem escreve vive da dor
quem maltrata vive de amor
quem sou eu? O escritor
rindo, histérico, sujo,
que horror
Com lágrimas na ponta da pena
Se não usasse a palavra sincera
pra não morrer com o que pensa
pense, que trágico seria
se matasse a amada
com uma gargalhada
com uma dose de histeria
quem escreve vive da dor
quem maltrata vive de amor
quem sou eu? O escritor
rindo, histérico, sujo,
que horror
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