sábado, 1 de março de 2008

Vida nova

Nossa única certeza é a da morte
Não importa se hoje ou amanha
Quando chega a hora não tem sorte
E nem mente que fique sã

Meus sentimentos para os desolados
Meu choro pelos desalmados
Não é preciso estar vivo para estar presente
Mas agora não está aqui e nem em mente

Restou um nome e algumas ações
Um muro escondendo um homem
De grandes feitos e contradições
A síntese de quem se corroi

Vá! Ache a paz, descanso e o perdão
Agora a vida é na eternidade
Não há por que viver na contramão
Corra, sorria e encontre a liberdade

Um comentário:

Renan Dias disse...

Um último adeus é sempre válido, mesmo que não escute uma resposta.