segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

diluvios imaginarios

(renan dias e gustavo meirelles)


O sopro das minhas palavras balança o seu cabelo
Mas não tem a capacidade de derrubar casas
E quem me dera poder fazer o tarde ser cedo
Mas não percebo como o tempo voa sem asas

Tempo que leva amores, amigos, parentes
Sem que a gente diga o que a gente sente
O mesmo tempo que traz consolo e o esquecimento
E que se desfaz de antigos pensamentos

Como num devaneio, o vento a trouxe pra mim
Não quero um recomeço, nem um inicio, nem fim
Quero a incerteza do amanha, de hoje e sempre
Como um dos sonhos que eu tenho em mente

Olhares, sussurros, beijos, abraços
cenas nossas, criadas, desfeitas como laços
o que era nó virou pó,o que era meu virou seu
o que era seu se perdeu e o que era meu era amor

2 comentários:

Anônimo disse...

Vocês que escreveram?
Tá muito foda... Eu não me arrisco a escrever poesia, apesar de meu último post ser um poema.



:*

Anônimo disse...

Guto, teu blog ta foda!
muito legal mesmo...
tenho orgulho de ter um amigo tão talentoso!
adorei, artista =)
beijos mari galvão